Crime organizado
O nome da operação CHIP refere-se a um dos alvos que é agente penitenciário, suspeito de inserir celulares e chips no interior do IPCG
O Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), deflagrou nesta segunda-feira (10/7), em Campo Grande, a segunda fase da Operação Chip.
A Operação teve como alvo o Sistema Prisional em Campo Grande. Os Promotores de Justiça que fazem a investigação apuraram inúmeras ilegalidades, tais como os crimes de corrupção (ativa e passiva), peculato, inserção de telefones celulares nos estabelecimentos penais, tráfico de drogas e associação ao tráfico. Na primeira fase da operação houve apreensão de documentos e objetos ilícitos, além da oitiva de testemunhas e prisões.
Agora na segunda fase da Operação CHIP, o Gaeco deu continuidade a investigação dos fatos, e realizou hoje o cumprimento de 06 (seis) mandados de prisão preventiva, expedidos pelo juízo da 2ª Vara das Execuções Penais de Campo Grande, Mário José Esbalqueiro Junior.
Entre os custodiados está o Diretor do Instituto Penal de Campo Grande (IPCG) além de outros três agentes penitenciários. O nome da operação CHIP refere-se a um dos alvos que é agente penitenciário, suspeito de inserir celulares e chips no interior do IPCG.
CORPO DE BOMBEIROS
Moradora de uma comunidade ribeirinha na região de São Francisco, nas proximidades do Paraguai Mirim, em Corumbá, mulher fois resgatada de lancha pelo Bombeiros.
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