Ao entrar no quintal, teria sido questionada e em seguida arremessada ao solo
Confusão em Organização Não Governalmenal (ONG) sediada na Vila Maior, em Anastácio, virou caso de polícia. Uma voluntária, de 29 anos, disse que foi agredida pela filha da responsável ao buscar água na sede, na tarde de ontem. A autora rebateu dizendo apenas que reagiu às ofensas proferidas pela vítima.
Segundo boletim de ocorrência registrado pela Polícia Civil, a mulher relatou que a autora mora com a mãe no imóvel onde funciona a ONG. Ao entrar no quintal para pegar água, teria sido questionada e em seguida arremessada ao solo, tanto que o caso só não foi pior porque a mãe da autora interferiu.
Entretanto, a suposta agressora, que tem 20 anos, apresentou a versão de que a vítima teria passado a ofendê-la ao vê-la por perto, por isso, revidou até ser contida pelo irmão. O caso é investigado.
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