Operação Cervo-do-Pantanal
Ela também responderá por crime ambiental, que prevê pena de três a seis meses de detenção
A PMA (Polícia Militar Ambiental) de Jardim realizou vistoria em uma propriedade rural em Nioaque, durante a Operação Cervo-do-Pantanal, e flagrou área desmatada ilegalmente. Com uso de GPS, os militares constataram 3,6 hectares destruídos.
A fazendeira de 34 anos residente em Nioaque, suprimiu a vegetação há algum tempo e não possuía autorização ambiental para a atividade e no lugar da floresta desmatada havia pastagem para a criação de gado no local. A madeira proveniente da vegetação desmatada não estava mais no local.
A infratora foi autuada e recebeu multa administrativa de R$ 1.080,00. Ela também responderá por crime ambiental, que prevê pena de três a seis meses de detenção. Foi notificada a apresentar um Plano de Recuperação da Área Degradada e Alterada (PRADA) junto ao órgão ambiental estadual.
Sobre a Operação - A PMA recebeu 634 vistorias de possíveis desmatamentos ilegais levantados por imagem de satélites na bacia do rio Paraguai pelo Núcleo de Geoprocessamento (NUGEO) do Ministério Público Estadual (MPE). Durante a operação, Subunidades da PMA também efetuaram autuações em Sonora, Bandeirantes, Bonito, Guia Lopes da Laguna, Jardim, Nioaque, Bandeirantes, Jaraguari, Campo Grande, São Gabriel do Oeste, Bela Vista, Miranda, Caracol, Bela Vista, Porto Murtinho, Aquidauana, Anastácio, Camapuã, Coxim, Maracaju e Sidrolândia.
2018 - Durante a operação Cervo do Pantanal ano passado, foram 109 proprietários rurais autuados, sendo verificado um total de 2.665,46 hectares de desmatamentos ilegais em 23 municípios. Foram aplicadas multas que perfizeram o valor de R$ 3.056.028,00.
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