Profissional boliviana que aprovou o plano de voo era foragida da Justiça
Foi presa no município de Corumbá, vizinha pantaneira distante 294 quilômetros de Aquidauana, a controladora de voo responsável pela aprovação do plano de voo da aeronave da Chapecoense. O avião caiu em 2016 na região do morro El Gordo, a apenas 35 quilômetros do aeroporto de Medellin, na Colômbia. O acidente matou ao todo 71 pessoas.
Celia Castedo Monasterio era foragida da Bolívia e já teve extradição autorizada para o país, isso por meio de determinação de Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal.
Conforme as investigações da tragédia, Celia teria fraudado o plano de voo e deixado de observar todos os requisistos e procedimentais mínimos para sua aprovação.
A boliviana foi presa ontem (23) pela Polícia Federal Rodoviária (PRF) corumbaense e, até o momento, aguarda os trâmites legais para sua extradição. As informações são do portal Campo Grande News.
Avião fretado pelo Chapecoense ficou completamente destruído; acidente foi apurado como falta de combustível. O acidente – A poucos minutos da aterrissagem no aeroporto José Maria Córdova, em Medellin, o avião carregando toda a equipe técnica da Chapecoense e demais profissionais se chocou com o monte conhecido como Cerro El Gordo, a 2.600 metros de altitude. A tragédia aconteceu no dia 28 de novembro de 2016.
Na ocasião, o time brasileiro iria disputar a final da Copa Sul-Americana daquele ano, que acabou nunca se concretizando. Ao todo, 71 pessoas morreram na tragédia, entre 19 jogadores da Chape e 20 jornalistas.
Brasileiros, colombianos e futebolistas pelo mundo ficaram em estado de comoção ao ver a então partida do jogo ser transformada em um campo de despedidas e homenagens.
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