ELEIÇÕES 2026
Dois candidatos do PL conquistaram as vagas em disputa no estado; Reinaldo Azambuja ficou em primeiro, e Capitão Contar garantiu a segunda cadeira
Publicado em 04/10/2026 às 18:45
Capitão Contar e Reinaldo Azambuja, ambos do PL, chegam ao Senado Federal por MS / Divulgação
Mato Grosso do Sul terá Reinaldo Azambuja e Capitão Contar como novos representantes no Senado Federal a partir de 2027. Os dois candidatos do PL (Partido Liberal) foram eleitos neste domingo (04) para as duas vagas colocadas em disputa nas Eleições 2026.
A definição ocorreu durante a apuração, quando 84,59% das seções do estado haviam sido totalizadas. Naquele momento, Azambuja aparecia com 34,68% dos votos válidos, enquanto Capitão Contar somava 33,36%. Vander Loubet (PT) estava em terceiro, com 13,35%, e Soraya Thronicke (PSB) em quarto, com 12,81%.
A eleição para o Senado ocorre em turno único, e cada estado e o Distrito Federal elegem dois representantes neste ano. Os eleitos terão mandato de oito anos.
Reinaldo Azambuja, de 63 anos, retorna ao Congresso depois de dois mandatos como governador de Mato Grosso do Sul, entre 2015 e 2022. Produtor agropecuário, ele também foi prefeito de Maracaju por dois mandatos, deputado estadual e deputado federal antes de chegar ao Governo do Estado.
Na eleição deste ano, Azambuja disputou sua primeira eleição para o Senado depois de encerrar os dois mandatos consecutivos no Executivo estadual. Ele integrou a chapa que teve Nelsinho Trad (PSD) como candidato a suplente.
Com a vitória, o ex-governador volta à política nacional e ocupará uma das três cadeiras destinadas a Mato Grosso do Sul no Senado.
Renan Barbosa Contar, conhecido como Capitão Contar, tem 42 anos e é militar da reserva do Exército. Ele entrou na política eleitoral em 2018, quando foi eleito deputado estadual em Mato Grosso do Sul.
Em 2022, disputou o Governo do Estado e chegou ao segundo turno. Quatro anos depois, voltou às urnas para concorrer ao Senado e agora conquistou uma das duas vagas disponíveis.
A eleição de Contar representa o retorno do político a um cargo eletivo após o período fora da Assembleia Legislativa. No Senado, ele terá mandato de oito anos, assim como Azambuja.
As duas vagas disputadas neste ano correspondiam a dois terços da representação de Mato Grosso do Sul no Senado. Os mandatos dos atuais senadores Nelsinho Trad e Soraya Thronicke chegam ao fim - Nelsinho participa da chapa de Azambuja como suplente e Soraya concorreu novamente, mas não conseguiu uma das duas cadeiras.
Com a eleição de Azambuja e Contar, o PL passa a ocupar duas das três cadeiras de Mato Grosso do Sul no Senado a partir da próxima legislatura. A terceira vaga continuará sendo ocupada por Tereza Cristina (PP).
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