Saúde
Estado pede que municípios intensifiquem ações de controle do mosquito
A Prefeitura de Bonito reforçou nesta quinta-feira (16) o comunicado do coordenador Estadual de Controle de Vetores, Mauro Lucio Rosário, para as secretarias municipais de Saúde sobre a ausência de inseticidas em todo o território nacional, que está impossibilitando os trabalhos de fumacê, que já haviam sido suspensos na cidade por falta de estoque.
O comunicado informa que “o estado e nem os municípios deverão fazer aquisições de qualquer inseticida. A responsabilidade de aquisição é exclusiva do Ministério da Saúde, tendo em vista que antes das aquisições, os insumos deverão passar por várias análises, de forma a garantir sua eficácia na eliminação vetorial e na garantia que não causará danos ambientais que também é de nossa responsabilidade. O Ministério da Saúde está finalizando a aquisição e logo estará disponibilizando”.
A recomendação do setor é que os ‘municípios deverão intensificar as ações de manejo ambiental, com objetivo de minimizar as ocorrências de casos e proliferação vetorial’. A secretária de Saúde de Bonito, Ana Carolina Colla, detalha que as ações de controle do mosquito Aedes Aegypt já foram intensificadas, com visitas domiciliares dos agentes de saúde, mutirões de limpeza nos bairros e campanhas informativas.
“O fumacê é um grande aliado no controle do mosquito e tem feito muita falta, como consequencia disso e aliado a grande quantidade de chuva que estamos registrando, o número de casos de dengue aumentou significativamente, não apenas em Bonito nos demais municípios de MS. Intensificamos as ações nos imóveis, temos agentes andando nas casas, eliminando focos e mapeando os casos, bem como as equipes da Secretaria de Obras fazendo a limpeza constante dos terrenos públicos e ajudando a população como a remoção do lixo mais pesado, mas precisamos muito mesmo da ajuda dos moradores, para cuidarem rigorosamente de seus quintais e não deixarem nenhum recipiente que possa se tornar criadouro do mosquito”.
Falta de estoque
A situação se repete, pois, desde janeiro deste ano o fumacê havia sido suspenso pela falta do produto essencial no serviço para combate ao mosquito Aedes aegypti na cidade.
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