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Saúde

Campo Grande é a única capital com alta nos casos de síndrome respiratória grave

Boletim da Fiocruz alerta para crescimento da SRAG na capital sul-mato-grossense, especialmente entre crianças e idosos

Vacina contra a Influenza / SES-MS

Campo Grande é atualmente a única entre as 27 capitais brasileiras com nível de atividade de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) classificado como em alerta, risco ou alto risco, segundo o boletim Infogripe divulgado nesta quinta-feira (24) pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). A capital sul-mato-grossense apresenta sinal de crescimento no número de casos, com aumento em praticamente todas as faixas etárias — exceto entre crianças de 2 a 4 anos e adultos de 50 a 64 anos.

O cenário é oposto ao observado na maioria do país, onde há queda nas hospitalizações por influenza A e VSR (vírus sincicial respiratório), principais causadores da SRAG. Apesar da tendência nacional de redução, a incidência da síndrome continua alta entre crianças pequenas, com destaque para o VSR como principal agente. Entre os idosos, a influenza A permanece como o vírus mais associado a casos graves, especialmente nas regiões Centro-Sul, Norte e Nordeste.

Nas últimas quatro semanas, entre os óbitos confirmados por SRAG no país, 63,2% foram causados por influenza A, seguido por vírus sincicial respiratório (17%), rinovírus (12,3%), Sars-CoV-2 (5,1%) e influenza B (1,9%).

Casos graves de covid-19 seguem baixos

A pesquisadora Tatiana Portella, do InfoGripe, informou que os casos graves de covid-19 estão em baixa e estáveis na maior parte do país. O estado do Ceará foi o único com leve aumento nas notificações graves da doença. Já no Rio de Janeiro, o aumento registrado nas últimas semanas perdeu força.

Vacinação

Apesar da tendência de queda em nível nacional, a Fiocruz reforça que a vacinação contra a influenza e a covid-19 deve estar em dia, especialmente para crianças, idosos e pessoas com comorbidades. “Recomendamos o uso de máscara em locais fechados, unidades de saúde e ao apresentar sintomas gripais”, orientou a pesquisadora.

O boletim também destaca que, no cenário nacional, os casos de SRAG por VSR continuam elevados entre crianças pequenas, com exceção dos estados do Amapá, Distrito Federal e Tocantins. Já os casos entre idosos associados à influenza A permanecem entre níveis moderados e altos, especialmente nas regiões Centro-Sul.

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