Tecnologia
Um novo tipo de holograma, que permite atualizar e apagar essas fotografias em três dimensões, foi desenvolvido por uma equipe de pesquisadores da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos. Esse estudo será apresentado nesta quinta-feira, na revista Nature.
Em relação às outras técnicas de imagem 3D, a holografia apresenta a vantagem de ser visível a olho nu, sem necessitar de lentes que podem cansar os olhos ou provocar náuseas.
Os pesquisadores desenvolveram um sistema de projeção 3D em um cubo de 10 por 10 centímetros, que permite registrar em alguns minutos uma imagem que pode permanecer no local por várias horas.
Essa imagem projetada também pode ser apagada e atualizada à vontade.
Os pesquisadores tiveram que desenvolver um material que reflete quase que 100% da luz, permitindo conservar a imagem por muito tempo ou apagá-la rapidamente.
Nos fotopolímeros clássicos, os dois feixes lasers necessários para a criação da imagem 3D provocavam uma reação química que altera o índice de refração da luz do material.
Esta reação permitia armazenar as informações de amplitude e fase da onda luminosa, necessárias para a projeção da imagem 3D, mas a operação não podia ser repetida.
"A nova técnica de holografia ainda não chegou completamente à maturidade", afirma um comentário da publicação científica também publicado na Nature. Contudo, deverá ser aplicada largamente no futuro, principalmente "em contextos militares ou médicos, simulações de situações sobre o terreno ou na orientação de cirurgias".
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Moradora de uma comunidade ribeirinha na região de São Francisco, nas proximidades do Paraguai Mirim, em Corumbá, mulher fois resgatada de lancha pelo Bombeiros.
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