Turismo
O cancelamento dos embarques no aeroporto de Congonhas (zona sul de São Paulo) gerou uma onda de desinformação. Com cancelamentos em série, são poucos os passageiros que conseguem remarcar suas viagens. Às 13h desta segunda-feira, o saguão do terminal estava lotado. Irritados, alguns passageiros discutiam com funcionários das empresas aéreas.
A comerciante Monica Scapolatenpore, 42, tenta embarcar em um vôo da BRA para Confins (MG) desde cedo. Ela conta que procurou a companhia, mas foi informada de que teria que pagar uma taxa para ter a viagem remarcada. Ela considerou a medida "absurda" e, às 13h, era uma das que discutia com funcionários. "A situação passou do caos. Fazer eu pagar por uma coisa que eu não provoquei é um absurdo total."
Alguns passageiros também enfrentam problemas para obter informações das companhias. É o caso do engenheiro Airton Teixeira, 52, que deveria ter embarcado em um vôo da Gol para Caxias do Sul. Ele aguardava na sala embarque quando, às 12h, foi orientado a sair porque o vôo havia sido cancelado. A bagagem, já despachada, foi retirada no setor de desembarque.
Às 13h, Teixeira tentava remarcar seu vôo no guichê da Gol. Em troca, ele havia recebido apenas um papel com números de telefones da empresa.
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