Turismo
O governo chinês reabrirá o Tibete ao turismo no dia 1º de maio, após ter bloqueado a região com o início dos distúrbios em Lhasa (capital), segundo a agência oficial chinesa Xinhua, que cita fontes do Birô de Turismo.
O governo chinês exige uma permissão especial para que os turistas possam visitar a região tibetana, onde morreram 19 pessoas, segundo Pequim, e 140, segundo o governo tibetano no exílio, além de mais de 1.000 feridos e centenas de detenções durante os distúrbios ocorridos no mês de março.
Os protestos dos monges tibetanos --que lembravam os levantes de 1959 contra a China, que resultaram no exílio do líder dalai-lama-- foram seguidos por saques e incêndios contra estabelecimentos de proprietários da etnia Han, a majoritária na China, assim como contra prédios oficiais.
As autoridades de Pequim já fecharam o acesso ao Tibete por vários meses em 1989, devido às revoltas dos tibetanos.
Em 2007, o Tibete recebeu cerca de 4 milhões de turistas, número 60% superior que em 2006.
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