Turismo
A American Airlines ampliou o acesso à internet em seus vôos, permitindo o uso da rede em alguns de seus trajetos mais longos e sem escalas. A medida pode criar novas fontes de renda para a indústria de aviação, que sofre com problemas como o aumento no custo dos combustíveis --o serviço vai custar US$ 12,95 por vôo no Boeing 767-200, em rotas entre Nova York, Los Angeles, San Francisco e Miami.
"Hoje a época de ficar fora do resto do mundo enquanto se está em um vôo ficaram para a história", afirmou Jack Blumenstein, executivo-chefe da Aircell LLC, a empresa que fornece serviços de internet para a American Airlines e outras companhias.
O sistema, entretanto, vai bloquear ligações de telefone feitas pela internet. O objetivo é impedir que as ligações atrapalhem outros passageiros. O acesso a sites pornográficos não será bloqueado --a empresa diz que já tem políticas para tratar de passageiros indisciplinados e isso agora inclui aqueles que acessam sites adultos.
Em abril deste ano, a a Comissão Européia --braço executivo da UE (União Européia)-- aprovou o uso de celulares em aviões comerciais que sobrevoem os países do bloco. Sistemas que permitem essa conexão ainda estão em fase de estudo ou teste.
Segundo a decisão da UE, para oferecer o serviço, as companhias aéreas têm de criar um sistema de rede celular a bordo que se conecte à terra por meio de satélite. Ao mesmo tempo, a tecnologia terá de impedir a ligação direta dos telefones com as redes de telefonia.
Há empresas aéreas, entretanto, que se opõem à adoção de um sistema como esse. É o caso da alemã Lufthansa, que afirma que não vai adotar a tecnologia em razão de pesquisas internas mostrarem que seus passageiros não precisam ou não querem usar o celular durante os vôos.
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Previsão aponta variação entre períodos de céu encoberto e abertura de sol; calor continua intenso
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
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