O ator Brad Pitt desistiu de trabalhar no próximo filme político "State of Play" e pode ser processado pelos estúdios Universal por quebra de contrato, caso o filme não possa ser feito sem ele, informou a imprensa especializada de Hollywood na sexta-feira (23).
Pitt, de 43 anos, faria um jornalista que investiga o assassinato da amante de um deputado paralelamente à polícia, nesta adaptação de uma série de TV britânica.
O filme começaria a ser rodado este mês pelo escocês Kevin Macdonald, diretor de "O Último Rei da Escócia", produção que valeu o Oscar de melhor ator a Forest Whitaker em fevereiro passado.
Uma divergência sobre o roteiro parece ser a origem da decisão de Brad, um dos atores americanos mais bem pagos da atualidade, acrescentou a "Variety".
Já "o estúdio considera que Pitt rompeu um compromisso firme, e mantém aberta a possibilidade de processá-lo", se seu papel não puder ser trocado a tempo para permitir continuar com os outros atores, anunciou a "Variety".
Também compõem o elenco de "State of Play" Edward Norton, Helen Mirren, Rachel McAdams, Jason Bateman e Robin Wright Penn, cujas agendas atribuladas não permitem adiar indefinidamente a filmagem.
Esta seria a primeira vez que Pitt e Norton trabalhariam juntos desde o aclamado "Clube da Luta".
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