O Brasil começará a fabricar, a partir próximo ano, um dos principais medicamentos contra a Aids - o Efavirenz, que deverá chegar, em maio, para os pacientes.
A fabricação só é possível por causa do licenciamento compulsório assinado pelo governo, que quebrou a exclusividade da farmacêutica Merck Sharp & Dohme na venda do medicamento no país.
A medida representará uma economia de US$ 20 milhões para o país, que irá produzir o anti-retroviral em dois laboratórios oficiais - Farmanguinhos (Fábrica de Medicamentos da Fiocruz) e Lafepe (Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco).
A meta é produzir cerca de 40 milhões de unidades por ano, quantidade que o Ministério da Saúde precisa para compor os coquetéis fornecidos gratuitamente aos pacientes de Aids do país.
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