Cada vez mais os médicos têm indicado atividades físicas no tratamento contra a depressão em vez de remédios, segundo indica uma pesquisa britânica elaborada pela Fundação da Saúde da Mente. De acordo com o levantamento, 22% dos psiquiatras sugerem que os pacientes com formas menos agudas da depressão façam exercícios físicos para combater a doença. O número é quatro vezes maior do que o apresentado por pesquisa semelhante de 2005, de apenas 5%.
Para os médicos, a prática de exercícios ajuda na medida em que melhora a auto-estima, já que deixa o corpo mais bonito e também traz a sensação da conquista de um objetivo. O fato de liberar substâncias como a endorfina, que dá sensação de prazer, e de colocar o paciente em contato com outras pessoas, evitando o isolamento, também é uma das explicações para o potencial da prática das atividades nos tratamentos. O estudo mostrou ainda que 61% dos médicos acreditam que essa alternativa às drogas é eficaz, contra 41% há três anos.
SEGURANÇA PÚBLICA
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