Os fumantes têm 41% maior risco de desenvolver depressão do que os não-fumantes, segundo estudo da Universidade de Navarra, na Espanha.
Acompanhando, por seis anos, mais de 8 mil pessoas, os autores observaram que 190 fumantes que não apresentavam sintomas da doença no início foram diagnosticados com depressão no decorrer do estudo, e 65 que não foram diagnosticados, passaram a tomar antidepressivos no período.
Entre os possíveis mecanismos responsáveis pela relação, os autores apontam para disposições genéticas e ambientais que aumentariam, de forma independente, a probabilidade de manter o hábito de fumar e de que o fumante sofreria depressão.
Um agravante para a doença, também indicada pela pesquisa, é que os fumantes são menos propensos a praticar atividades físicas.
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