A mais nova dieta da moda defende o consumo de alimentos que contêm suposta ação antiinflamatória como forma de emagrecer, manter o peso e, de quebra, prevenir várias doenças cardiovasculares.
A nutricionista Monica Reinagel, do Colégio Americano de Nutrição e autora do livro The Inflammation Free Diet Plan (Plano de Dieta Livre de Inflamação), tem sido a responsável pela divulgação dessa dieta, que já encontra adeptos no Brasil.
Reinagel criou o seguinte fator inflamatório (FI) para classificar os alimentos: Alimentos FI negativo -causam uma espécie de inflamação nas células, que ficam impedidas de eliminar toxinas. Presentes nas massas, pães e biscoito, doce, refrigerante, carne gorda e fritura.
Alimentos FI positivo --ajudam a combater a inflamação, a perder peso e prevenir doenças. Aparecem no salmão, acerola, alho, cebola e azeite.
Reinagel diz que os alimentos com FI positivo têm valor energético baixo ou médio, além de outros 19 aspectos nutricionais positivos, como gordura boa, substâncias antioxidantes e antiinflamatórias.
"É mais uma das famigeradas dietas da moda e, se Deus quiser, vai durar pouco tempo e cair no descrédito", avalia o nutrólogo Edson Credidio.
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