A exposição do bebê, antes e após o nascimento, à fumaça do cigarro da mãe altera seu controle cardiovascular, aumentando os riscos de síndrome da morte súbita do lactente, segundo estudo publicado na edição de agosto da "Acta Pædiatrica".
A condição se define por óbito repentino e inesperado do bebê entre 29 dias e 12 meses de idade; e que é inexplicado após criteriosa revisão da história, exame do local do óbito e necropsia.
Avaliando, durante o sono de ondas curtas, 11 bebês expostos ao fumo da mãe e 20 bebês saudáveis da mesma idade e de famílias não-fumantes, especialistas finlandeses descobriram que os bebês não expostos ao fumo apresentavam respostas, da pressão sangüínea e da taxa cardíaca, mais consistentes.
Nos filhos de mães fumantes, as respostas do sistema cardiovascular eram reduzidas, contribuindo para um maior risco de morte súbita.
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