Homens com mais de 60 anos que apresentam baixos níveis de testosterona, hormônio sexual masculino, são mais propensos a quebrar algum osso por causa de osteoporose, segundo estudo publicado na revista especializada "Arthritis Today".
As diretrizes atuais recomendam os testes de densidade mineral óssea em todos os homens com mais de 70 anos e naqueles mais novos que apresentam fatores de risco, incluindo histórico anterior de fratura, pai com histórico de fraturas, consumo de álcool, uso de corticosteróides e presença de doenças como artrite.
E, de acordo com os pesquisadores da Universidade de Sidney, na Austrália, se o teste de densidade mineral estiver baixo, devem-se avaliar os riscos de nova fratura e determinar se o paciente deve ser tratado com testosterona ou outro medicamento para reduzir o risco.
No estudo, homens com idades entre 60 e 85 anos que tinham níveis baixos do hormônio apresentaram melhora na remodelação óssea com cinco meses de terapia de reposição de testosterona. Porém, resultados de alguns estudos também indicam que a testosterona pode aumentar os níveis de colesterol "ruim" (LDL) e alimentar o câncer de próstata, por isso alguns pacientes devem ser tratados com drogas livres do hormônio.
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