Falar sobre o ciúme é um enorme voto de confiança na relação e acaba nos aproximando muito de quem amamos
Antes de ler este artigo, eu sugiro que você faça a si mesmo cada uma das perguntas abaixo e tente respondê-las com o máximo de verdade.
Você é daquelas pessoas que tentam controlar a vida?
Você sabe diferenciar fantasia de realidade?
Como anda sua auto-estima?
'Você' é confiável?
Você é corajoso o suficiente para revelar seu ciúme a seu parceiro?
Existe muita coisa escrita sobre esse sentimento chamado ciúme, que tantas vezes se instala entre nós e em quem amamos, roubando de nossos relacionamentos a leveza, a paz e a confiança.
Na maioria dos artigos e livros sobre o assunto, o que encontrei foram conclusões mais ou menos parecidas, que dizem que praticamente 100% da população tem, em algum momento da vida, contato com esse sentimento e que o importante é saber a diferença entre o ciúme considerado 'normal' e o 'patológico'.
Bem, quero dar uma abordagem um pouco diferente ao tema. Não quero aqui tentar definir o que é ou não 'normal', uma vez que me incomodo profundamente com essa palavra e com as tais definições.
Sei lá se é 'normal' ou não... mas sei o que me faz ou não sofrer, e em que intensidade! E se me faz sofrer, é sinal de que aquilo está em desequilíbrio. Não preciso de manuais ou testes que me digam que não estou feliz. Então, se você sente, constantemente, esse sentimento, e se ele o faz sofrer, é algo de que você precisa cuidar, ok?
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