Os tumores do pâncreas possuem poucos vasos sanguíneos e, por isso, não têm muitas vias para a distribuição de remédios contra o câncer, segundo estudo publicado pela revista "Science".
Isso poderia explicar porque o câncer de pâncreas é um dos mais letais, segundo a equipe de cientistas liderada por Kenneth Olive, do Instituto do Câncer de Cambridge, no Reino Unido. O tratamento padrão da doença é feito através do remédio gemcitabine, que garante mais algumas semanas de vida ao paciente.
Mais sangue, menos tumor
Na pesquisa, um grupo de ratos geneticamente modificados desenvolveu tumores pancreáticos. A equipe de Olive observou que os tumores dos animais não contavam com muitos vasos sanguíneos, uma característica que também aparecia em amostras de tumor pancreático humano.
Os pesquisadores iniciaram um tratamento nos ratos com gemcitabine e outro composto, IPI-926. A combinação de remédios resultou no aumento da quantidade de vasos sanguíneos dentro do tumor, além de uma distribuição maior do gemcitabine, o que retardou o avanço do câncer, segundo o relatório.
O estudo pode gerar novas formas de tratamento do câncer de pâncreas, um mal que afeta 42.500 pessoas por ano e mata 35.000 anualmente nos Estados Unidos.
SEGURANÇA PÚBLICA
Proposta prevê melhorias na estrutura localizada no Conjunto Ovídio Costa; espaço também poderá receber projetos sociais e atividades esportivas
Recomeço
Filhote nasceu exatamente um ano após a delegada Tatiana Zyngier e Silva perder um cachorro de quem era muito próxima; agora, Esther vive cercada de carinho ao lado de outros três cães
Voltar ao topo