A administração de quimioterapia em paralelo à radioterapia em pacientes com câncer avançado de cabeça e pescoço - e que não fizeram cirurgias - prolonga a sobrevivência dessas pessoas.
Essa é a conclusão de um estudo publicado na revista médica "The Lancet", segundo a qual a sobrevivência média desses pacientes é de 2,2 anos se receberem simultaneamente os dois tipos de tratamento, frente ao 1,1 ano com o uso apenas da radioterapia.
Só no Reino Unido, são diagnosticados a cada ano 7,5 mil novos casos desse tipo, enquanto, nos Estados Unidos, chegam a 45 mil, e os números não param de aumentar.
O tratamento tradicional nesses casos é à base de radioterapia, com ou sem cirurgia, mas pesquisas recentes indicam que a adição de quimioterapia aumenta o tempo de sobrevivência.
Toxicidade
Porém, reconhece a revista, a combinação desses dois tratamentos não está clara, e os remédios utilizados na quimioterapia podem ser tóxicos.
Os estudos feitos com diferentes grupos de pacientes indicam que a quimioterapia não baseada em platina e administrada ao mesmo tempo em que se utiliza a radioterapia reduzia a mortalidade em pacientes não operados cirurgicamente, com níveis aceitáveis de toxicidade.
No entanto, aqueles pacientes que tinham sido submetidos a intervenções cirúrgicas não se beneficiaram da adição da quimioterapia ao tratamento tradicional.
Por outro lado, a quimioterapia administrada depois da radioterapia mostrou ser ineficaz, não melhorou a sobrevivência dos pacientes e duplicou o índice de toxicidade.
SEGURANÇA PÚBLICA
Proposta prevê melhorias na estrutura localizada no Conjunto Ovídio Costa; espaço também poderá receber projetos sociais e atividades esportivas
Recomeço
Filhote nasceu exatamente um ano após a delegada Tatiana Zyngier e Silva perder um cachorro de quem era muito próxima; agora, Esther vive cercada de carinho ao lado de outros três cães
Voltar ao topo