Cerca de 500 pessoas entre acadêmicos de jornalismo, jornalistas e comunidade estão sendo esperadas amanhã (7) em frente ao Centro de Hematologia e Hemoterapia de Mato Grosso do Sul (Hemosul), na Rua Fernando Correa da Costa, 1304. O objetivo é promover no Dia Nacional do Jornalista, uma campanha de doação de sangue. Intitulada “Jornalismo tá no sangue”, a iniciativa é do 5º semestre do curso de jornalismo da Uniderp/Anhanguera, que programou diversas atividades neste dia.
De acordo com presidente da comissão organizadora, Gustavo Nunes Vicente, a idéia que começou a partir de um trabalho da universidade quer despertar nos jornalistas o hábito de doar sangue. “Visitamos o Hemosul e sentimos a necessidade de mobilizar a comunidade acadêmica e os jornalistas para doar sangue e ajudar o próximo. Queremos mostrar também que o curso de jornalismo, mesmo sem a exigência do diploma, está ativo e a classe está cada vez mais unida”, ressaltou.
Diversas atividades estão programadas durante a campanha de doação de sangue. O evento, que começa a partir das 8h, só termina às 17h. “Convidamos jornalistas, os veículos de comunicação com flashes ao vivo das rádios. Teremos música, sorteio de camisetas, entre outras atividades”, informou o presidente da comissão organizadora. O evento conta com o apoio do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul.
Solidariedade
Assim como outros hemocentros do País, o Hemosul de Campo Grande necessita constantemente repor os estoques de bolsas de sangue para atender o número crescente de pessoas que precisam de doação. De acordo com a assistente social responsável pela captação de doadores, Maria Iolete, os tipos mais necessários são os de fator RH negativo, os mais raros.
Para ser um doador de sangue, é preciso ter entre 18 e 65 anos, pesar no mínimo 50 quilos, e não ter ingerido álcool nas 12 horas anteriores à coleta. A doação não é feita em jejum, é fundamental que o doador esteja bem alimentado.