Aliado à agricultura familiar e demais ações da economia solidária, o artesanato sustenta aproximadamente 38 mil famílias em MS (dado da Central de Economia Solidária de Campo Grande). Desde índios, pequenos agricultores até trabalhadores urbanos, muitos são os que encontram nas paisagens do Estado, matérias primas para produção de diversas peças artísticas.
A variedade dos artesanatos compreende, especialmente tecelagem, cestarias, cerâmica, madeira, fibras, bordados, bijuterias, pinturas, decoração, utilitários e outros produtos originais que valorizam a cultura local, geram renda e contribuem diretamente para o desenvolvimento de suas comunidades, seus municípios e o Estado.
O desafio enfrentado por esses pequenos artesãos é a dificuldade na venda dos produtos, já que dificilmente têm recursos para escoar suas produções para os principais centros consumidores. Uma alternativa de venda desses produtos em MS tem sido a Central de Economia Solidária, um espaço na Rua Marechal Candido Rondon, entre as ruas 13 de Maio e a 14 de Julho, destinado para que produtores de empreendimentos de Economia Solodária divulguem seus trabalhados, produzidos sob os ideais da sustentabilidade e do comércio justo e solidário.
Além dessa loja que é a maior autogestionária do Brasil, MS terá, em breve, o Corredor do Extrativismo que será oficializado durante a Feira de Economia Solidária de Nioaque, que vai até o próximo sábado. Além de facilitar a distribuição dos artesanatos produzidos na região oeste do Estado, o corredor agregará valor às produções através da certificação de suas origens com a marca forte do Cerrado. “Através de um bom trabalho de divulgação e qualificação dos produtos, as vendas certamente vão aumentar e a Central é um instrumento para o fortalecimento das vendas desses produtos em Campo Grande e região”, completa Rosane Bastos, uma das articuladoras da Economia Solidária em MS.
Outras Informações ligar para:
Rosane Bastos no (67) 8118-9175 ou 9928-4158
Sebastiana Almire – 9973-3715 – ou Rosana Claudina 9674-7680