Até para a equipe do 2º Pelotão de Polícia Militar Ambiental, que vem ajudando as vítimas das enchentes, a subida no nível do Rio Aquidauana trouxe prejuízos. O recém construído quartel da unidade ficou bastante alagado nos últimos dias.
Neste sábado (05), os policiais precisaram trabalhar ainda mais. Além de ajudar na limpeza do quartel, também percorreram, de barco, as áreas alagadas da região e prestaram apoio às pessoas
A situação permanece crítica em Aquidauana e Anastácio. As chuvas diminuíram, mas o nível do Rio Aquidauana baixou muito pouco e se manteve próximo dos dez metros. Em algumas áreas, os policiais precisam auxiliar no deslocamento das pessoas, pois o barco se tornou o único meio de transporte viável.
Também é preciso monitorar alguns ciclistas e pedestres que, mesmo com a rua alagada, tentam se deslocar. Nesses casos, o perigo maior acontece em decorrência das áreas irregulares das vias, que podem provocar acidentes. No entanto, a maioria das pessoas não se arrisca e se limita a observar o estrago causado pela enchente.
Durante o trajeto, os policiais também podem testemunhar a solidariedade dos condutores de caminhões, que, com frequência, são vistos oferecendo carona aos ciclistas e pedestres.
*Confira, abaixo, algumas imagens do dia de trabalho na PMA
*As imagens foram registradas pelo fotógrafo Jean Concha, que acompanhou a equipe do 2º Pelotão de PMA (capitão Daniel, sargento Nivaldo, sargento Escatolin, cabo Andrade e soldado Rocha).