O registro de um inquérito policial no dia 24 de janeiro, contra atos da presidência da Casa no 1° DP, dizendo da apropriação indevida de recursos para pagamento da UNIMED/Aquidauana e ameaças, feito pelo vereador Vicente Gaeta (PMDB), teve o trancamento determinado pelo juiz de Direito da Comarca, Dr. Giuliano Máximo Martins.
A ação feita através de ?hábeas corpus? com pedido de liminar, contra o Delegado de Polícia, Dr. Mário Donizete Ferraz de Queiroz, não pretendeu, tolher ou mitigar o direito/dever da autoridade impetrada em cumprir com seu dever investigativo, que, diga-se de passagem, vem cumprindo com propriedade, demonstrando uma nítida intenção de servir e proteger a nossa sociedade.
Clézio Fialho (PSL) quer com isso, buscar a sua lisura diante de acusações infundadas, que ganhou espaço na mídia, com prejuízos morais, familiares e políticos.
?No presente caso, ao menos em um exame perfunctório, o que ocorreu foi um atraso no pagamento, situação que não configura, em tese, o delito de apropriação indébita, ao que tudo indica, os pagamentos foram realizados antes mesmo da confecção do boletim de ocorrência, sendo que eventual prejuízo da vítima deverá ser analisada em outro campo do direito, que não o penal?, diz o Magistrado.
No tocante às supostas ameaças, registrada pelo parlamentar, entendeu o juiz da Comarca, que ?inexistem, de acordo com as provas dos autos, elementos mínimos de participação dos impetrantes, dada a ausência de qualquer dado em concreto fornecido pelo denunciante?.
?Sempre estive calado nessas acusações que recaem sobre minha pessoa, me calo não pelo consentimento, mas por estar ciente de minhas ações, que sempre foram e serão pautadas pela legalidade e honestidade e por confiar na justiça Divina e do homem?, declarou o presidente da Casa, Clézio Fialho.