"Fala que atirou e ainda continua solto". "Isso é um absurdo"!. Estes são apenas alguns comentários postados nas reportagens on line e nas redes sociais nesta sexta-feira, 29, a respeito da divulgação da decisão da justiça de negar o pedido de prisão de um dos suspeitos envolvidos no caso de tentativa frustada de roubo que terminou em morte do técnico agropecuário Carlos Guilherme Bertoldo dos Santos, de 30 anos.
O caso ocorreu na noite do último domingo e desde então a Polícia Civil intensificou as investigações para tentar esclarecer o crime e descobrir a indentidade dos autores. A partir de algumas informações, os policiais descobriram que os autores provavelmente estariam escondidos em um bairro de Campo Grande chamado Jardim Carioca. Em uma residência encontraram um dos suspeitos chamado Willian com várias escoriações pelo corpo e um braço enfaixado (consequência da luta corporal e de um ferimento causado pelo facão da vítima).
O suspeito Willian foi encaminhado para a Delegacia Especializada em Roubos e Furtos (DERF) para possível reconhecimento do autor por parte da esposa de Carlos Guilherme. Ela reconheceu o autor e chegou a desmaiar no procedimento.
Após o reconhecimento, Willian confirmou aos policiais o nome dos outros três envolvidos no crime. Assim como Willian, todos são naturais do Nordeste e moravam em Mato Grosso do Sul há dois anos, com excecão de um deles - "Bim Bim", que era foragido de Cuiabá e estava em Campo Grande há duas semanas.
Segundo a Polícia, os suspeitos provavelmente ainda estão localizados em Campo Grande tentando se desfazer das motos usadas no crime para arrecadar recursos e fugirem.