Na quarta-feira, mais um passo foi dado para consolidar a ativação do aterro sanitário de Anastácio. Em Miranda, no gabinete da prefeita Juliana Almeida, houve reunião entre as equipes técnicas e jurídicas dos municípios de Anastácio, Aquidauana, Miranda e Bodoquena, que discutiram os termos do acordo de funcionamento consorciado do aterro sanitário de Anastácio, ação está que é pioneira e acontece com o apoio do Ministério Público Estadual (MPE-MS) e do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul (TCE-MS).
Esse funcionamento consorciado visa baratear os custos de operação do mesmo, que ultrapassa R$ 300 mil mensais. Também dará fim ao problema do lixão e solucionará a questão da correta destinação dos resíduos sólidos de Anastácio e desses municípios citados para o consórcio.
No início desse mês, representantes dos quatro municípios visitaram as instalações do aterro sanitário em Anastácio. Durante a reunião de quarta-feira, com base em estudos de engenharia, o município também apresenta um relatório com orçamentos para adequações necessárias e providenciais nas instalações e da Usina de Processamento de Lixo para o devido funcionamento.
"O Ministério Público vê o aterro sanitário de Anastácio como apto a comportar esse funcionamento consorciado. Então, temos discutido semanalmente entre os municípios as condicionalidades para esse consórcio, levando em consideração a realidade econômica de cada município, pois os custos são altos e todas as cidades terão que, dentre as primeiras ações, implantar a coleta seletiva, ação essa que só terá sucesso se a comunidade fizer a sua parte começando pela separação do lixo doméstico", explicou o prefeito de Anastácio, Douglas Figueiredo.