O secretário municipal de cultura de Anastácio, Ademir Alves Guilherme, se manifestou acerca do processo que lhe responsabiliza por estupro de vulnerável e deve tirá-lo do cargo atual. Em contato com o Pantaneiro, Alves informou que o caso já havia sido arquivado por falta de provas, mas que foi novamente trazido à tona por rivais em suposto interesse político, logo após ter sido nomeado como secretário. O objetivo seria de atingi-lo e, ao mesmo tempo, comprometer a administração do prefeito Nildo Alves, por isso, entrou com recurso.
Segundo Alves, há oito anos ele trabalhou como inspetor na Escola Municipal Maria Correa Dias. À época, durante uma brincadeira com um dos alunos, acabou denunciado por ter tocado o menino, mesmo que sem intenção. "A mãe dele viu e acabou me denunciando sem ter ciência do que aconteceu", disse. Alves contou que foi intimado, prestou esclarecimentos e foi informado sobre o possível arquivamento por falta de provas. "Depois que falei com a justiça, nunca mais tocaram no assunto", completou.
Por este motivo, ele acredita que adversário políticos trouxeram o caso à tona, como forma de prejudicá-lo. "Eu não vejo outra explicação", disse. O advogado de defesa recorre para evitar que Alves perca o cargo ou venha até mesmo a ser preso. "É uma situação muito complicada, em que estão tentando a todo custo atingir a minha pessoa e a pessoa do prefeito", explicou. Sobre a possibilidade de pedir afastamento do cargo ao longo do processo, preferiu não se manifestar e disse que vai aguardar decisão judicial.