Nesta quarta-feira, 02, depois de 5 dias da constatação da tragédia que atingiu o Rio Negro com a morte de milhares de peixes, autoridades de Aquidauana e Campo Grande voltaram a esse local – proximidades da Fazenda Rio Negro.
Os peixes mortos quase desapareceram deixando um cheiro de azedume no ar e ainda a pergunta o que teria acontecido – um fenômeno natural (decoada) ou algum tipo de agrotóxico.
Nessa volta ao Rio Negro presentes o Capitão Daniel do 2º Pelotão da Policia Ambiental de Aquidauana; o promotor De Justiça Dr. Eduardo Franco Cândia – da 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Aquidauana; Daniel de Souza Serafim – técnico em Saneamento da SANESUL; Farley Leles – engenheiro Agrônomo do Ministério Público Estadual; Claudionor do Carmo Miranda – engenheiro Agrônomo da AGRAER; Isaias de Oliveira – biólogo da AGRAER.
Eles colheram 5 amostras de água em diversos pontos; 8 amostras de solo e material vegetal.
Tudo isso será enviado à UNESP de Botucatu para serem analisados devendo o resultado ser conhecido dentro de no máximo 15 dias.
O IMASSUL também esteve percorrendo uma grande área do Rio Negro colhendo diversas amostras.