O prefeito de Aquidauana, Fauzi Suleiman (PMDB) foi afastado do cargo por prazo de 180 dias, por determinação do juiz da 2ª Vara Cível, José de Andrade Neto, que acatou pedido feito pelo Ministério Público Estadual (MPE).
O deferimento parcial da decisão atende pedido feito pelo promotor José Maurício de Albuquerque, titular da promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e foi divulgado no inicio da noite de ontem, porém até por volta das 16 horas de hoje o chefe do executivo municipal ainda não havia sido notificado.
Segundo informações o ato que define a notificação só foi preparado no final da tarde de hoje apesar da ampla divulgação da decisão na noite de ontem. “Para se consumar o afastamento se fazia necessário a notificação pessoal do prefeito Fauzi Suleiman”.
Longe de correr, o prefeito de Aquidauana Fauzi Suleiman (PMDB) tomou a iniciativa de solicitar ao Poder Judiciário de Aquidauana que fosse notificado, porém a certidão só ficou pronta no final da tarde hoje.
A notificação do chefe do executivo municipal de Aquidauana, Fauzi Suleiman (PMDB) é a condição que permite a apresentação de recurso junto ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso de Mato Grosso do Sul.
Por acreditar na Justiça, Fauzi Suleiman insistiu na sua notificação para que pudesse usar dos instrumentos jurídicos cabíveis e provar a sua inocência.
Vencida esta etapa; o Agravo de Instrumento foi protocolizado no final da tarde junto ao TJ?MS para que ele seja apreciado. “Confio plenamente na sábia decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, pois o que mais quero é poder comprovar a minha inocência em relação às denuncias apresentadas em juízo”, disse o prefeito Fauzi Suleiman.
A tese da defesa é de que não há razão para o afastamento já que o prefeito colocou à disposição toda a documentação necessária para esclarecer os fatos.
Fauzi Suleiman afirma que é vítima de uma trama orquestrada de maneira ardilosa por seus rivais políticos. Para o prefeito, as denúncias foram feitas com o objetivo de afastá-lo da prefeitura, em uma briga pelo poder. “Querem aplicar um golpe no povo de Aquidauana”.