As buscas pelo corpo da pequena Laura Freitas, 11 anos, foram prorrogadas e o trabalho segue sendo feito por homens dos Bombeiros, da Marinha e do Exército. De acordo com a comandante do Corpo de Bombeiros, major Geísa Maria Rodrigues Ferreira Romero, a equipes, agora, estão “batendo galhada”, trabalho que consiste em verificar possíveis pontos onde o corpo da criança pode ter ficar preso. Segundo a comandante, alguns fatores têm contribuído para que a busca termine o mais rápido possível. “O rio está baixando e a água está mais quente, o que facilita o processo de fermentação”, detalha.
Os pescadores que têm autorização para navegar no rio Aquidauana, onde Laura desapareceu no dia 17 de março – depois de cair do barco onde estava com o padastro, foram instruídos a ficar atentos aos sinais que indicariam o local onde pode estar o corpo. Eles devem avisar aos Bombeiros imediatamente.
Segundo as informações divulgadas pela Marinha, “a atividade de busca e salvamento requer conhecimento e treinamento específico. A fim de evitar que outros acidentes venham a ocorrer na região das buscas e, consequentemente a divisão de esforços, solicitamos a fiel observância das normas de segurança afetas à atividade aquaviária”.
O Comando do 6º Distrito Naval, em nota enviada à equipe de reportagem de O Pantaneiro, esclarece que foi instaurado um inquérito administrativo pela Capitania Fluvial para apurar a causa do acidente.
As equipes também dependem da colaboração do clima para facilitar o resgate. “Estamos pedindo a Deus que não chova e que tenha calor”, afirmou a major Gaísa Maria, em entrevista.
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