É preciso aguardar prazo legal para intimação, que requer tempo hábil. Além disso, também é respeitado luto da família
Previstos para acontecerem nesta semana, os depoimentos de familiares e testemunhas envolvidos na morte da menina Laura Freitas, de 11 anos, devem acontecer somente na semana que vem, diferente do que havia sido previsto.
Segundo o delegado Eder Oliveira Moraes, responsável pelas investigações junto à 1ª Delegacia de Polícia de Aquidauana, como o inquérito foi instaurado na sexta-feira passada, é preciso aguardar prazo legal para intimação, que requer tempo hábil. Além disso, também é respeitado luto da família.
Laura desapareceu durante passeio de barco com o padrasto no dia 17 de março, no Rio Aquidauana. Informações apontam que, enquanto eles navegavam, o motor de popa deu forte solavanco, derrubando os passageiros na água.
O homem conseguiu se salvar, mas a menina foi levada pela correnteza e teve o corpo encontrado apenas no dia 6 de abril, depois de quase três semanas de angústia. Por este motivo, o padrasto dela é investigado e vai responder pelo crime de homicídio culposo, que é quando não há intenção de matar.
Conforme o delegado Eder, embora não tivesse a intenção de que a menina morresse, o homem foi negligente ao colocá-la no barco sem colete salva-vidas em um período em que o rio estava cheio após sequência de chuvas.
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