Delegado aguarda o resultado de laudos periciais do Instituto Médico Legal (IML) para juntar os dados e relatar o caso
Segue aberto o inquérito que investiga as circunstâncias da morte da menina Laura de Freitas, 11 anos, que se afogou durante passeio de barco no Rio Aquidauana, em Aquidauana, no dia 17 de março. O delegado Eder Oliveira Moraes, titular da 1ª Delegacia de Polícia Civil, já ouviu seis pessoas, incluindo o padrasto que a acompanhava no momento do suposto acidente, a mãe, familiares e testemunhas.
O delegado optou, por enquanto, em não entrar em detalhes acerca dos depoimentos, e disse apenas que aguarda o resultado de laudos periciais do Instituto Médico Legal (IML) para juntar os dados e relatar o caso à justiça. "Ainda não há previsão para chegada destes resultados", disse ele ao O Pantaneiro.
No entanto, é sabido que o padrasto da menina responde, ao menos neste momento, por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Conforme a polícia, embora não tivesse a intenção de que a menina morresse, o homem foi negligente ao colocá-la no barco sem colete salva-vidas em um período em que o rio estava cheio após sequência de chuvas.
Sumiço
Laura estava desaparecida desde o dia 17 de março, quando no início da tarde foi passear de barco com o padrasto no Rio Aquidauana. Informações apontam que, enquanto eles navegavam, o motor de popa deu forte solavanco, derrubando os passageiros na água. O homem conseguiu se salvar, mas a menina foi levada pela correnteza sendo encontrada apenas no dia 6 de abril, por pescadores.
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