As fotos retratam a alegria das mulheres que superaram a situação de violência, muito embora algumas carreguem na pele as marcas do passado de tanto sofrimento
Luiz Guido Junior
Publicado em 09/08/2017 às 15:32
Atualizado em 10/09/2026 às 13:57
Até o dia 1º de setembro, o saguão do Fórum de Aquidauana sedia a Exposição Sobreviventes - da Casa de Abrigo ao Recomeço, de autoria do juiz Marcus Abreu de Magalhães, magistrado da comarca de Costa Rica.
As fotos retratam a alegria das mulheres que superaram a situação de violência, muito embora algumas carreguem na pele as marcas do passado de tanto sofrimento.
A extensão e a gravidade das cicatrizes dessas mulheres vencedoras marcam as fotos mais chocantes da mostra, como a de uma delas, cuja cicatriz atravessa o pescoço e é escondida no dia a dia com um colar.
A ideia de levar a exposição para Aquidauana, em razão em homenagem aos 125 anos de fundação da cidade, a ser comemorado no dia 15 de agosto, é do juiz Giuliano Máximo Martins, da Vara Criminal de Aquidauana.
A exposição faz parte do projeto da Casa Abrigo para Mulheres em Risco de Morte da Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast) e o autor das fotos esteve na cerimônia de abertura, realizada no plenário do Tribunal do Júri, na última sexta-feira (4). O juiz fotógrafo contou um pouco de sua experiência, falou sobre o projeto e confessou estar muito feliz com a exposição.
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