Aluno que concluir curso poderá prosseguir na como oficial temporário por até sete anos, recebendo uma remuneração inicial de R$ 6.625
O 9º Batalhão de Engenharia de Combate, Batalhão Carlos Camisão vai recrutar jovens para formação do Oficial da Reserva de 2ª classe. O Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva (NPOR) do 9º BE Cmb foi criado por meio da Portaria nº 265-EME, de 3 de julho de 2017, publicada no Boletim do Exército nº 28/2017, de 14 de julho de 2017, e desenvolverá suas atividades a partir de 1º de janeiro de 2018, ficando subordinado ao 9º BE Cmb, para efeito de planejamento, orientação e supervisão das atividades de instrução e adestramento.
De acordo com nota divulgada à imprensa, a missão do NPOR é promover a formação do Oficial da Reserva de 2ª classe, por meio do desenvolvimento “moral, ético, físico, intelectual e afetivo, de modo que possa ser um agente de difusão dos valores e tradições do Exército Brasileiro e, também, ser um cidadão consciente dos seus deveres e direitos perante a sociedade civil”, conforme o texto da nota divulgada pelo Exército.
Os candidatos à seleção para o NPOR/9º BE Cmb serão recrutados entre cidadãos convocados para a prestação do serviço militar inicial, brasileiros natos considerados aptos na seleção geral, e matriculados, no mínimo, no último ano do Ensino Médio. Os candidatos que atenderem aos requisitos para matrícula no NPOR, após a seleção, serão submetidos a uma entrevista e aos exames de aptidão física e intelectual.
O candidato selecionado será então incorporado na condição de aluno do NPOR, e para que possa desempenhar suas obrigações universitárias, cumprirá uma carga horária de quatro horas diárias de atividades, das 8h às 12h, no período da manhã, recebendo uma remuneração inicial em cerca de R$ 1.114,00. Durante as férias escolares, o período de instrução será integral.
O ano de instrução do NPOR é dividido em duas fases: Período Básico (PB) e Período de Formação e Aplicação (PFA). De acordo com as informações divulgadas pela assessoria, em aproximadamente 10 meses, o aluno é submetido à formação do combatente básico no PB, e posteriormente, no PFA, ele receberá os conhecimentos técnicos da Arma de Engenharia, e outros conhecimentos específicos relativos às funções que poderá desempenhar como oficial do Exército.
Ao concluir o curso com êxito, o aluno será declarado Aspirante-a-Oficial da Reserva não remunerada da Arma de Engenharia e, caso ele seja voluntário, e conforme a disponibilidade de vagas poderá prosseguir na carreira das armas, como oficial temporário em uma organização militar do Exército, por até sete anos, recebendo uma remuneração inicial em cerca de R$ 6.625,00.
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