125 anos
Hospital Dr. Estácio Muniz passaria a ser administrado por uma organização social, mas palavra final é da prefeitura, diz governador
O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja reafirmou nesta terça-feira (15) seu apoio caso a Prefeitura de Aquidauana queira firmar parceria com o Estado para administração do Hospital Dr. Estácio Muniz. “O Hospital aqui é uma fundação e quem decide isso é a prefeitura. Já falamos com a equipe do Odilon e eles tiverem interesse, o Estado será parceira para concluir. Através de uma organização social ou outro tipo de parceria”, disse Reinaldo, em conversa com a equipe de reportagem de O Pantaneiro, durante as festividades em comemoração aos 125 anos de aniversário do município.
A questão já foi debate entre o Executivo municipal e secretário de Estado de Saúde Nelson Tavares, que veio ao município detalhar o projeto. A transferência da gestão do Hospital tem o apoio da Câmara de Vereadores.
O projeto do Governo do Estado de estruturar a rede pública de saúde nas 11 microrregiões de Mato Grosso do Sul e a adoção de nova gestão, conduzida por Organização Social, já está em andamento e, segundo o governo do Estado, surtindo efeitos positivos. Em Ponta Porã, o reaparelhamento e a adoção do novo modelo de gestão, de parceria público-privada, está refletindo na melhoria do atendimento. Além de aumentar o atendimento, o Hospital Regional customizou a aplicação de recursos, gerando economia para o Estado.
No Hospital Regional de Ponta Porã, onde a Organização Social Gerir está atuando deste agosto de 2016, o número de consultas e atendimentos de urgência passou de cerca de dois mil em agosto, para 4.734 em dezembro, totalizando mais de 21 mil pessoas atendidas neste período. Os avanços são de 26% a mais na capacidade de atendimento, com o custo menor no que se refere aos gastos da instituição, conforme as informações divulgadas pela assessoria de imprensa do Estado.
Anteriormente o Estado destinava cerca de R$ 2,3 milhões mensais para o Hospital Regional de Ponta Porã. Hoje, os custos são de R$ 1,9 milhão.
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