Departamento Jurídico sabe que é de direito de todo cidadão apresentar a sua versão dos fatos, mas a reportagem foi pautada pela verdade
Schimene Duque Weber
Publicado em 14/12/2017 às 13:30
Atualizado em 10/09/2026 às 14:00
A equipe de reportagem do jornal O Pantaneiro vem a público esclarecer que toda e qualquer matéria veiculada em nosso site possui embasamento e comprometimento com a verdade.
Na matéria criticada abaixo pelo senhor Silvandro Mochi, da Loja Ki Barato, informamos que todas as informações são atestadas pelo Boletim de Ocorrência nº 2.866/2017, disponível para qualquer cidadão na Delegacia de Polícia Civil de Aquidauana, registrado pelos mototaxistas.
No que diz respeito a ouvirmos "o outro lado dos fatos", a equipe do jornal procurou os envolvidos, que explicaram a sua versão exatamente da forma como foi publicada, fato também atestado pelos trabalhadores de nossa equipe. Inclusive, o homem preferiu não se pronunciar, conforme o penúltimo parágrafo da matéria.
O Departamento Jurídico do Jornal sabe que é de direito de todo cidadão apresentar a sua versão dos fatos, mas a reportagem foi pautada pela verdade, inclusive, no que diz respeito a fatos criminais, onde existe um suposto autor de um crime e uma suposta vítima.
Para acessar a íntegra da matéria, clique aqui.
Nota de Esclarecimento
Silvandro Mochi, proprietário da Loja Ki Barato, localizada nesta cidade de Aquidauana-MS, em decorrência da notícia veiculada na data de 12/012/2017 no site O Pantaneiro, com o título “Confusão entre comerciante e mototaxistas acaba na Delegacia de Polícia Civil” vem a público em respeito à população e especialmente à seus clientes esclarecer os fatos noticiados:
1 – Na data de 12/12/2017 fui surpreendido com a notícia veiculada no site O Pantaneiro de que teria sido lavrado Boletim de Ocorrência junto à Delegacia de Polícia Civil de Aquidauana-MS, onde figuraria a minha pessoa como suposto autor da prática do delito “perturbação da tranquilidade”, documento este aberto por alguns mototaxistas do ponto nº 16, localizado ao lado de minha loja.
2 – A matéria veiculada ainda afirma que eu teria “cortado” a árvore localizada em frente ao meu estabelecimento comercial, bem como teria dito aos mototaxistas para “saírem de lá” e que eu “não queria mais que eles permanecessem em minha calçada”.
3 – Tal matéria veiculada se mostra equivocada, merecendo esclarecimentos por minha parte, já que naquele momento sequer sabia da existência do registro de Boletim de Ocorrência e os fatos narrados não condizem com a realidade.
4 – Cumpre antes de tudo informar que não sou proprietário do prédio onde se encontra instalado o meu comércio, mas tão somente alugo o mencionado prédio. Por oportuno esclareço que NUNCA tive qualquer discussão ou mesmo problema com os mototaxistas que possuíam o ponto de nº 16 instalado em um prédio vizinho ao meu comércio. Jamais pedi ou mesmo exigi que os mesmos se retirassem do local, mesmo porque possuíam um ponto fixo ali localizado.
5 – Esclareço e informo que não constitui crime a “poda” (e não “corte”) das árvores existentes nas calçadas, não sendo necessária sequer autorização do poder público para isso. Todavia, a pedido do proprietário do imóvel e em decorrência das festividades natalinas resolvi por bem podar a árvore como forma de manutenção buscando-se a limpeza, o que sempre é feito.
6 – Por fim, imediatamente após o conhecimento da matéria e da existência do Boletim de Ocorrência já tomamos as medidas jurídicas cabíveis para a apuração de possível prática de crimes por parte dos responsáveis pela calúnia e injúria praticada contra minha pessoa, especialmente por registro de Boletim de Ocorrência sem qualquer fundamento, informando que tomaremos todas as medidas necessárias para que os responsáveis sejam punidos.
SILVANDRO MOCHI
LOJA KI BARATO
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