Aquidauana
Empresário candidato a deputado estadual deu entrevista ao Jornal O Pantaneiro
Durante passagem por Aquidauana nesta sexta-feira, o empresário do ramo de transportes Cláudio Cavol, candidato a deputado estadual pelo PSC, concedeu entrevista exclusiva ao Jornal O Pantaneiro e garantiu que a cidade pode se desenvolver economicamente a partir de melhorias na logística. Segundo ele, a abertura da rota bioceânica, projeto o qual participa do desenvolvimento, vai beneficiar diretamente a região, colocando-a na rota de grandes empresas, aquecendo setores de hotelaria, restaurantes e pequenos empreendedores.
Cavol explicou que a rota bioceânica terá dois acessos importantes por Mato Grosso Sul. Um deles será em Porto Murtinho, na fronteira com o Paraguai e o outro será em Corumbá, na fronteira com a Bolívia. "Essa rota até Corumbá terá passagem por Aquidauana e vai ser um divisor de águas na história da cidade" disse ele, garantindo que, deste modo, caminhoneiros e prestadores de serviço vão passar pela cidade e estimular o comércio como um todo. "É disso que Aquidauana precisa, de geração de renda e crescimento".
Outro ponto importante será a conclusão da pavimentação da rodovia BR-419, que dará acesso ao município de Coxim, pela região norte. "Tudo isso vai resultar na construção de mais postos de combustíveis, revendas de caminhões, de autopeças, hotéis, tornearias, borracharias e todo o tipo de serviço relacionado. Isso é tão bom quanto trazer uma grande indústria para a região, senão melhor, pois o poder econômico não fica concentrado na mão de uma única corporação". Junto com Aquidauana, Anastácio também será beneficiada.
O candidato lembrou que o turismo de Aquidauana não se desenvolveu tanto quanto ele esperava. Ele disse que quando chegou ao estado nos anos 80, visitou a região e gostou do que viu, principalmente das belezas naturais do Pantanal, incluindo a cidade de Bonito, mas viu pouca evolução. Por este motivo, crê que é preciso uma política de fortalecimento do turismo. "Precisamos profissionalizar esse setor e podemos conseguir isso se tivermos uma logística eficiente. Nada é impossível quando a sociedade civil organiza se reúne e cobra as autoridades".
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