Operação Caixa Forte
Prefeitura Municipal soltou uma nota afirmando que não houve prisão no local
O preso pela Operação Caixa forte em Aquidauana passou por atendimento médico no Centro de Especialidades Médicas (CEM) da cidade, nesta segunda-feira (31). A Prefeitura Municipal soltou uma nota afirmando que não houve prisão no local. Conforme apurado pelo O Pantaneiro, cinco homens da Polícia Federal cumpriram mandado de busca e apreensão em uma residência na rua Cândido Mariano, Bairro Guanandy.
De acordo com a nota da administração municipal, “nas redes sociais veicula equivocadamente a informação de que a Polícia Federal estaria em operação no CEM”.
A Prefeitura de Aquidauana esclareceu que a PF não esteve no CEM cumprindo mandado de busca e apreensão de materiais e nem de funcionários. “Os Policiais Federais foram ao CEM levar a pessoa que eles prenderam em Aquidauana, na Operação Caixa Forte, na manhã de hoje, para passar por avaliação médica em prevenção da Covid-19”.
Operação
De acordo com a assessoria de imprensa da PF, a Operação Caixa Forte visa investigar o tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro praticados por facção criminosa com atuação em todo o território nacional. Em Mato Grosso do Sul estão sendo cumpridos 32 mandados de busca e apreensão, 85 de prisão. Além disso são cumpridos mandados em cinco unidades prisionais, sendo 51 presos.
Mandados de busca são cumpridos em Água Clara, Aquidauana, Bataguassu, Bandeirantes, Campo Grande, Corumbá, Dourados, Paranaíba, Ribas do Rio Pardo e Três Lagoas. Os mandados de prisão são cumpridos nas cidades citadas e também em Bonito.
Foram contabilizados 172 presos alvos da fase dois da operação Caixa Forte, espalhados em 31 estabelecimentos prisionais em 14 Estados do Brasil.
A Operação está sendo cumprida em 19 estados e no Distrito Federal pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), coordenada pela própria PF. A ação de hoje envolve cerca de 1.100 policiais federais, que cumprem 623 ordens judiciais, sendo 422 Mandados de Prisão Preventiva e 201 Mandados de Busca e Apreensão; além do bloqueio judicial de até R$ 252 milhões. Todos os mandados foram expedidos pela 2ª Vara de Tóxicos de Belo Horizonte (MG).
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