Aquidauana
Alguns comércios da cidade amanheceram de portas fechadas
Alguns comerciantes de Aquidauana aderiram à paralisação nacional e mantém os estabelecimentos de portas fechadas nesta segunda-feira (7).
É o caso de Arthur Viana, da Panificadora Viana que aderiu ao movimento, pois segundo ele “quem cala consente”.
“Nós não podemos nos calar perante tanta aberração que vem acontecendo nos últimos tempos em nosso país. Um Supremo Tribunal Federal e um Tribunal Regional Eleitoral jogando fora das quatro linhas e não podemos comungar com essas atitudes”, desabafou.
O empresário falou que o protesto é pedindo a transparência do resultado das eleições.
“Houve fraude sim nessas eleições. Nós queremos transparência. Por isso estamos aqui de cabeça erguida e com a consciência tranquila que estamos fazendo o nosso papel de patriota, defendendo os reais valores da família brasileira”, falou.
Arthur pediu a compreensão dos clientes. “A causa é justa, a causa é nobre e pedimos a compreensão dos nossos clientes. Nós não queremos virar uma Venezuela, uma Argentina. Estamos aqui para nos proteger”, complementou.
Os comerciantes não aceitam a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que assume o Brasil pela terceira vez como presidente, a partir de 2023.
A equipe do site O Pantaneiro percorreu o centro da cidade e constatou algumas lojas de portas fechadas.
Bancos, lotéricas, lojas de móveis e de roupas seguem abertos. Avisos foram colocados na porta de alguns estabelecimentos. Em um deles, o comerciante explica que aderiu às manifestações e por isso, fechou as portas hoje.
INFRAESTRUTURA
Projeto do DNIT contempla trechos que passam por Terenos, Dois Irmãos do Buriti e chegam à região de Anastácio e Aquidauana; investimento estimado nesta etapa é de R$ 11,65 milhões
Saúde
Dados ajudam a orientar ações de prevenção e saúde pública; município também havia aparecido entre os cinco primeiros no levantamento referente ao primeiro quadrimestre
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