Aquidauana
Projeto está situado em frente a uma propriedade próxima a Uems
O engenheiro agrônomo, Renato Cervantes, dono de uma propriedade no Distrito de Camisão, próximo a MS-450 é o responsável pelo projeto: “Geladeira Literária”. A proposta foi divulgada pelo O Pantaneiro após a ciclista Juliana Brandão se deparar com o objeto ao fazer o percurso de Aquidauana à Uems (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul).
Na ocasião, a ciclista fotografou a iniciativa e parabenizou o mentor da proposta. “A ideia dos proprietários dessa fazenda me chamou muita atenção, com a geladeira literária onde você pode pegar livros para ler e também levar livros para o local, deixando disponível”, disse a ciclista.
Após a divulgação, o engenheiro agrônomo entrou em contato com O Pantaneiro e explicou como surgiu a ideia. E
Ele e a esposa Lais Laranjeira, são amantes da leitura e moram na pequena propriedade há 3 anos. Ali, eles trabalham para desenvolver fruticultura e projetos de incentivo a população.
O casal tem um filho chamado Miguel Thomás de Cervantes, nome dado em homenagem ao autor do livro com história de Dom Quixote. Renato explica que a família tem apreço pela leitura.
“A gente tem apreço pela leitura. Sou colecionador de livros e volta e meia a gente disponibiliza livros. Não é a primeira vez que propomos a geladeira literária para dar acesso livre a leitura. Hoje a gente tem muito acesso pelas redes digitais, mas o livro é uma expressão de arte.”
Ele explica que para quem aprecia gravuras como as do livro o pequeno príncipe, por exemplo, leva o aprendizado para o resto da vida. “Um livro é capaz de muda uma vida. Então, disponibilizando o acesso livre, e quem tiver para doações podem trazer, e isso é o impulso mais importante na vida de alguém.”
O agrônomo informa que tem vários projetos entre eles das plaquinhas, e de previsão do tempo manual. A geladeira literária é mais um dos vários que o engenheiro tem em mente.
“A primeira vez que vi isso acontecer, foi na Asa Norte em Brasília, e aquilo me fascinou. E eu peguei um dos livros que tenho até hoje. E nós fizemos a primeira geladeira literária na Pousada Sol Amarelo [já não está mais lá] e em vários pontos, que a gente vê que tem disponibilidade. É uma ação simples, e cada um pode dar a sua contribuição.”
Ele explica que as geladeiras são projetos simples de acesso à leitura, e que sempre que puder vai contribuir com a sociedade.
“São projetos super simples e que proporciona o acesso à leitura de maneira genial.”
MEMÓRIA
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