Aquidauana
Ser "Kombeiro", um "vírus" contagiante que passa entre família e amigos
Deixar o conforto de casa para aventurar viver viajando num carro, kombi, não é para todo mundo, mas os que conseguem se envolver com essa experiência, não largam mais. É um estilo de vida que renova e proporciona novas emoções. Essa emoção faz parte do dia a dia do casal Luiz Junot e Zilá, de Campo Grande, MS, que entraram nesse universo motivados pelo genro. Eles chegaram em Aquidauana para mais uma de suas “expedições” na sua Kombi batizada de Odara.
“É uma experiência que já tem três anos e meio, fui puxado e envolvido pelo meu genro. Eu resolvi depois de aposentar. E a kombi é um carro barato, tem uma boa estrutura, baixa manutenção e barata também. Montamos uma Kombi home. Tem tudo só não tem banheiro. Tem sido ótimo, porque você conhece muitos lugares já tivemos no Paraná, Pontal do Paranaguá, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Búzios, Arraial do Cabo, Ubatuba, São Paulo. Além do prazer de estar na estrada, o diferencial é você conhecer pessoas, de vários lugares, de índole boa”, explica o aposentado.
Uma descoberta de que o conforto é viver, e não se preocupar com o luxo, mas sim com a liberdade. É o que pensa Zilá, esposa de Luiz.
“O conforto é viver. Se a gente está vivendo vale tudo. A gente procura as coisas mais simples. Abrir mão das roupas chiques os calçados chiques e vai viver uma vida mais simples , mas com qualidade. Eu acho que é isso que importa", reflete Zilá.
O aprendizado que a vida nas estradas proporciona, é algo que quem experimenta diz que não tem volta, porque segundo eles, essa liberdade renova. A estrada para os “Kombeiros”, não tem limite, apenas a velocidade em que seguem pelas rodovias do país possui limite, dizem muitos “kombeiros”.
MEMÓRIA
Pernambucano integrou as tropas brasileiras na Itália; Censo de setembro apontava menos de duas dezenas de ex-combatentes vivos no país
AFOGAMENTO
Vítima estava a cinco metros de profundidade; buscas haviam começado no fim da tarde desta sexta-feira
Voltar ao topo