Aquidauana
Natália estava internada no Hospital Regional e precisa de uma despedida digna
Campanha nas redes sociais tenta localizar familiares da travesti Natália, natural de Aquidauana, mas que morreu no domingo, depois de três meses internada no Hospital Regional de Campo Grande. O objetivo é que ela possa ser enterrada de forma digna.
Grupos têm divulgado uma foto dela com o nome de batismo, Aldo Pereira de Souza, na tentativa de facilitar que algum parente consiga identificá-la, já que ela vivia sozinha, abandonada na capital. Natália morava debaixo de uma ponte e precisava de ajuda para se locomover para tratamento do HIV.
“Rogo-lhe que por ventura alguém que saiba de seus familiares nos comunique para o translado de seu corpo para um sepultamento digno”, diz uma das postagens. Os telefones para contato, caso alguém tenha informações, são de Val Perez, responsável pela postagem, disponível no 67 99816 - 9334, e Frank Rossatte subsecretário de políticas públicas LGBT do Governo do Estado, que está no 67 99151 - 6894.
MEMÓRIA
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AFOGAMENTO
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