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Infraestrutura

BR-419 significa desenvolvimento e integração econômica para Aquidauana

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Aquidauana vai se estabelecer como município indutor de desenvolvimento a partir da conclusão da rodovia BR-419, inclusa como prioridade pelo governo federal no novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Na quinta-feira, 21, três ministros estiveram em Campo Grande para anunciar recursos a Mato Grosso do Sul por meio do programa, com investimentos que chegam a R$ 44,7 bilhões.

Estiveram na Capital sul-mato-grossense os ministros Rui Costa (Casa Civil), Simone Tebet (Planejamento) e Márcio França (Micro e Pequena Empresa). O objetivo foi anunciar os recursos, mas também apontar a importância do Estado na rota de desenvolvimento nacional a partir de obras como a da rodovia BR-419, que vai encurtar em 150 quilômetros a distância por via asfaltada entre Aquidauana (na região leste) a Rio Verde de Mato Grosso (no norte).


A obra integra os municípios sul-mato-grossenses aos eixos de desenvolvimento da indústria, do agronegócio e do turismo da região. Ao ser concluída, trará melhorias no acesso à malha rodoviária, proporcionando conexão dessas localidades à dinâmica produtiva regional. A via inicia-se no entroncamento com a BR-163, em Rio Verde de Mato Grosso, segue no sentido norte-sul, atravessa cidades como Aquidauana e Nioaque e termina em Jardim.
Além da integração estadual e nacional, a pavimentação da BR-419 vai integrar o País à Rota Bioceânica, criando um novo corredor de desenvolvimento do setor agropecuário. É uma rota do desenvolvimento que contempla o turismo em projetos de infraestrutura logística na região do Pantanal.

O novo eixo rodoviário vai absorver todo o fluxo de veículos oriundos da região Norte (Sonora, Coxim, Pedro Gomes, Rio Verde), bem como de Rio Negro, Corguinho e Rochedo, com destino às cidades de Aquidauana, Miranda, Corumbá, Bodoquena, Guia Lopes, Jardim, Bonito, Bela Vista, Porto Murtinho, Caracol e demais cidades do leste e sudoeste.

Sobre os investimentos para Mato Grosso do Sul, o ministro Rui Costa afirmou que “o Novo PAC significa a volta do planejamento no curto, médio e longo prazo no Brasil. Só se constrói uma nação fazendo planejamento de Estado, na sua infraestrutura e área social. Juntos com o governo do Estado e classe empresarial podemos fazer por exemplo um mutirão de capacitação de mão de obra, para que a falta de especialistas neste ou naquele setor não seja um entrave ao desenvolvimento do PAC, atendendo a demanda específica de cada lugar”.

O ministro destacou ainda que, para não haver atraso nas obras, será feito um monitoramento dos trabalhos. “Estamos sugerindo que nos editais de licitação já estejam previstos monitoramento por câmeras 24 horas por dia, para termos imagens diárias sobre o andamento das obras, para identificar de forma instantânea os problemas que surgirem”.

Já a ministra do Planejamento, Simone Tebet, destacou que o PAC vai mudar a realidade do Estado de leste a oeste e que isto significa atender ao interesse público.

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