O perigo maior é no coletivo, quando nos sentimos fortes e desinibidos para qualquer tipo de violência.
Isso tem sido visto nas manifestações de rua. Pessoas consideradas tranquilas, e até mesmo pacíficas, na multidão, se despem de seus medos e se tornam extremamente agressivas. Daí o perigo dos protestos no dia a dia.
Reações desproporcionais às causas, algumas vezes banais, são meras consequências de toda essa carga de energia acumulada durante a vida, de todos os lados.
Segurar as feras internas é um dever pessoal e da sociedade como um todo.
O que fazer?
O ser humano funciona dessa forma.
Basta compreendê-lo e, se possível, amá-lo.
Gabriel Novis Neves