Maria de Lourdes Medeiros Bruno
“MÃO”
“Agora porque preciso de tua mão,
não para que eu não tenha
medo,
mas para que tu não
tenhas medo.
Sei que acreditar em tudo
isso será,
no começo, a tua grande
solidão.
Mas chegará o instante em
que me darás a mão,
não mais por solidão, mas
como eu agora:
Por amor”.
LISPECTOR, Clarice. Reflexão Poemas e poesias de Clarice Lispector. POEMAS... Disponível em
REFLETINDO:
Uns versos infinitamente lúcidos e atuais, sem deixar de lado a essência do poema leve e delicado.
“As mãos”, parte de um todo físico que se depara com a solidão, para depois encontrar o amor.
Percorre caminhos do medo, como qualquer ser vivente e logo depois encontra o amor.
Eis que a vida se apresenta diante de nós dos versos e do poema.
Maria de Lourdes Medeiros Bruno
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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