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Maria de Lourdes Medeiros Bruno

"A VOLTA AO NATURAL"

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1968

4 de maio

 

A VOLTA AO NATURAL

 

 

(...)“O que sente nunca dura, o que sente sempre acaba, e pode nunca mais voltar. Encarniça-se então sobre o momento, come-lhe o fogo , e o fogo doce arde, arde, flameja. Então, ela que sabe que tudo vai acabar, pega a mão livre do homem, e ao prendê-lo nas suas, ela doce arde, arde, flameja

 

Bibliografia:

 

CLARICE, LISPECTOR. A Descoberta do Mundo. Rio de Janeiro. Editora Nova Fronteira. Página 133.

 

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