Valdemir Gomes
Criar novo repertório...
Para falar com o povo.
Ao Grande Arquiteto... Louvo!
Não preciso de auditório.
Nem subir ao... Parlatório!
Procuro ser... Discreto!
Porém, caminho... Reto!
É necessário... Seguir!
Respeitar, não... Poluir!
Afinal, sobram... Dejetos!
Na retina da... Saudade!
Vem o tempo de criança.
Onde celeuma... Lambança!
Era inerente à... Idade!
Não havia nenhuma... Maldade!
Quase tudo... Permitido!
Pois, o conteúdo... Lido!
Era regras, o respeito.
À busca... “Justo perfeito!”
Como parte do... Aludido!
A sociedade... Tranquila!
As normas... Respeitadas!
Sem armadilhas, emboscadas...
Usava barro... “Argila!”
Com respeito sem... “Quizila!”
Um simples... Palavreado!
Ninguém era vilipendiado...
Todos felizes... Satisfeitos!
Palavra de ordem... Respeito!
Do comandante ao... Soldado!
A inversão de... Valores!
Produziu... Violência!
Hoje sobram... Incompetência!
Tristeza, dissabores.
Pseudos interlocutores...
Poluíram o ambiente.
Para germinar... Semente!
Deixaram mundo... Pequeno!
Ambição grande... Dreno!
Produz homens... Prepotentes!
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 28/12/2019
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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