Valdemir Gomes
Estradas estão... Fétidas!
Suas margens... Muito lixo!
Restos de alimentos... Bichos!
Lágrimas... Vertidas!
Por entulhos... Entupidas!
Os humanos sem... Noção!
Ambiente... Poluição!
Falta respeito... Delicadeza!
Contamina a natureza...
Assim, não... Tem condição!
Aves de rapina, voos... Rasantes!
O caminho... Fedorento!
Fartura de alimentos...
Livre escolha... Abundante!
Poderosas... Elegantes!
Desfilam imponentes... Plumagens!
Diante de uma triste... Paisagem!
Nuvens moscas... Varejeiras!
Alimentos variados, de primeira...
Triste, insalubre... Imagem!
Quantidades incontáveis... Embalagens!
Distribuídas sobre... Ribanceira!
Formando grande... Esteira!
Entrelaçada... Acoplagem!
Conurbada à... Cartilagem!
Torna o caminho... Sinistro!
Misturam-se à... “Rapistro!”
Diria... “Uma vergonha!”
Bando, crápulas... “Pamonhas!”
Triste, revoltado... “Registro!”
Tento fazer minha parte...
Recolhendo... Objetos!
Na caminhada, trajeto...
São inúmeros... Descartes!
Estendo meu... “Estandarte!”
Chega de tanta... Lambança!
Ainda mantenho esperança...
Uma sociedade... Diferente!
Acredito esparjo... Semente!
Mas... A insanidade avança!
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 02/01/2020
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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