Valdemir Gomes
Ano segue... Escorrendo!
Num repente... Fevereiro!
Ruas crateras... Lameiro!
Pois, continua... Chovendo!
Bairros para... Descendo!
Pobre rio... Assoreado!
Muito triste... Desolado!
Digamos... Barbaridade!
Está faltando resolutividade...
Gestor continua... Parado!
Entra e sai... Janeiros!
O problema... Permanece!
Verdade, nada... Acontece!
O que temos... “Bravateiros!”
Recolhidos no estaleiro...
Diz: espera passar... “Chuva!”
Mentira... “Tapa de luva!”
Na cara, “pobre eleitor...”
Patrola passa... “Trator!”
Como pau... Ximbaúva!
Este ano... “Eleitoral!”
Já começaram... “Visitas!”
Discursos sem nexo... Irrita!
Alguns estufam... “Peitoral!”
Como paladino da moral...
Começa soltar... “Verbete!”
No adversário... “Cacete!”
Tentando ver se... “Engana!”
Todo empolgado... “Bacana!”
Apodera-se do... “Malhete!”
Querendo plateia... “Auditório!”
Dizendo... “Represento o novo!”
Começa a incitar o povo...
Reforma seu... Repertório!
Frequenta aniversários... “Velório!”
Deixa a galera... Empolgada!
Esse... “É o cara, camarada!”
Propala aos... “Quatro ventos!”
Distribui tijolos... “Cimento!”
Eleitor mais uma... “Furada!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 05/02/2020
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Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
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